Arquivo da categoria: ANIMAIS PENSAM

Experiências dimensionam a inteligência animal

Experiências dimensionam a inteligência animal

Foto: Ilustração
Foto: Ilustração
Buytendijk transcreve, no livro L´Homme et l´Animal, a respeito do comportamento inteligente dos animais, o seguinte trecho da obra Wege zum Verstanddnis der Frire: Um rato subiu à beira de um vaso metálico de bordas baixas, em que havia água, e viu flutuando ali um bloco de madeira, sobre o qual se achava um pedaço enorme de carne. O bloco estava distante do centro, enquanto o rato se encontrava na parte oposta, afastada do bloco. Ele olhou e em seguida saltou para o chão, correndo num impulso até o lugar mais próximo do bloco. De lá, tentou escalar a borda do vaso( mas não podia, do chão, avistar o bloco dentro d`água, pois a beira do recipiente estava a 20 centímetros de altura ).

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O raciocínio matemático dos animais de Elberfeld

O raciocínio matemático dos animais de Elberfeld

Foto: Ilustração
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Em 1912, pubicavam-se, no Annales des Sciences Psychiques, os resultados das experiências realizadas, em Elberfelde, Alemanha, com os cavalos Nuhamed e Zarif. Esses inteligentes animais – informa Gabriel Delannne -, por meio de um alfabeto convencional, podiam executar cálculos complicados, indo mesmo até à extração de raízes quadradas e cúbicas.

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Eles existem. Logo, pensam

Eles existem. Logo, pensam

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Testes realizados nos Estados Unidos provam que os animais sabem raciocinar e conversar. Só não conseguem ler o filósofo Descartes.

O filósofo e matemático francês René Descartes errou: os animais pensam. Assim como muitos cientistas que o antecederam ou precederam, Descartes( 1596 – 1650 ) achava “uma irracionalidade” considerar os animais dotados de inteligência. È inconcebível achar que os animais usem palavras ou signos, juntando-os como nós fazemos”, sentenciou ele em 1637. Faltou para o gênio francês aquilo que os humanos conceituaram como humildade.

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